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riscos_e_rabiscos

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O cupcake do Bóbi

 

O meu irmão levou o Bóbi ao seu passeio noturno para que este fizesse as necessidades. Desta vez a minha mãe também os acompanhou porque decidiu ir deitar o lixo fora.

 

Depois de umas belas corridas para esticar as pernas, umas demarcações de território por aqui e por ali, resolve exprimir as suas emoções de uma forma mais "sólida", digamos assim.

 

Como este cão é super inteligente - é pena não haver carcanhol para ir para uma escola de treino - resolveu que aquele "presente" teria de ser feito de uma forma diferente, mais "à humano".

 

Sabem aqueles pinos altos dos passeios? Pois é! O sr. Bobi sentou o seu belo rabiosque em cima de um desses pinos e... aí vai disto Evaristo! Deixou um belo cupcake em cima do pino! Mas de tamanho familiar!

 

Desta vez ninguém apanhou o dito cujo. Ficou lá à espera que o rabo de um cigano se sente lá em cima - é o que eles aqui fazem todo o santo dia - e leve o cupcake agarrado às calças para casa! Hihihhi!

 

E como se esta aventura não chegasse, o sr. Bóbi que estava sentado junto da minha mãe, resolveu presenteá-la com uma ventosidade anal sonora. E foi de taL maneira que a minha mãe sentiu o "vento" e ia desmaiando com o "perfume".

 

Desculpem os pormenores badalhocos mas não resisti a contar-vos isto. Só este cão mesmo!

Para Aliviar...

 

Parece que Portugal inteiro anda com problemas de entupimento. Designadamente em termos de trânsito. Que havemos de fazer? Que medidas adoptar? Pois bem, já há muitas soluções e alternativas para este problema.

 

Tenho ouvido algumas pessoas queixarem-se do trânsito. É normal… Afinal quem é que gosta que fique ali parado? Acabamos por nos enervar por a coisa não fluir normalmente e temos que passar pelo suplício da espera e do esforço até que as coisas se descongestionem. Há quem até se sinta mal com o trânsito parado!

 

Este problema revela-se bastante comum entre os cidadãos, pelo que me é dado a observar. Ele pulula um pouco por todo o lado. Para aliviar o problema, há quem recorra a estratégias como jornais, revistas, livros, jogos, palavras cruzadas, etc. na esperança que estas ajudem o trânsito a fluir mais rápido e menos dolorosamente. Rezamos, fervorosamente, para que o ritmo comece a normalizar.

 

Parece que agora é moda, um pouco por todo o lado, falar-se em trânsito e desenvolver-se novas ideias para que se entre num ritmo normal. O mais insólito é que, se para uns estas ideias são autênticos milagres, para outros são um autêntico exagero. Para estes, basta apenas muita calma, descontração e uma boa alimentação.

 

De manhã, à tarde ou à noite, durante as refeições ou fora delas, convém sempre ter em mente o trânsito. Cada organismo tem necessidades diferentes. Há que reabastecer as nossas defesas para resistirmos às agressões do dia a dia.  E há um leque variado de formas para o fazer.

 

Tenho a sensação que a preocupação do trânsito já tomou uma dimensão planetária. As estratégias para o seu combate começam a surgir nas coisas mais simples e elementares do nosso quotidiano.

Mas por outro lado, pergunto: e então quem não sofre por causa do trânsito? Também é obrigado a ter que gramar os “fluidores” de trânsito? Ora aqui está uma bela questão a ter em mente e sobre a qual gostaria de ter a vossa opinião…

Líquidos ou sólidos, de acordo com a preferência de cada um, invadiram o nosso mercado quase a obrigar-nos a ser consumidores compulsivos. Estratégia de marketing ou alerta geral?

 

Os microorganismos milagrosos encontram-se em iogurtes, água, cereais entre outra coisas que certamente desconheço!

Só espero que a febre das fibras, das bactérisa reguladoras do trânsito intestinal não façam uma invasão terreste, a nível global. Já imaginaram o que era o planeta inteiro com uma disenteria desenfreada?! Valha-me santo papel higiénico e nossa senhora da sanita livre!!!